quinta-feira, 20 de junho de 2013

O Sítio do Pica-Pau Amarelo Quem pelo menos uma vez na vida não assistiu o sítio do pica pau amarelo, eu assisti. Pois esta história que vou postar hoje se passou no mundo do Pedrinho e da Narizinho. O texto abaixo faz parte do livro Aritmética da Emília, do grande escritor brasileiro Monteiro Lobato. Os personagens do livro são Emília, Pedrinho, Narizinho, Dona Benta e o Visconde de Sabugosa. Bom, vamos à história do livro. No outro dia o Visconde falou em números complexos. - O Que quer dizer complexo? - Indagou Pedrinho logo de começo. - Quer dizer complicado. No sistema de medições decimais que ensinei tudo é facílimo, porque tudo se divide de dez em dez, mas nos antigos sistemas não era assim de modo que a complicação se tornava enorme. Uma onça, por exemplo, tinha 8 oitavas; uma Libra tinha 16 onças; uma arroba tinha 32 Libras, e assim por diante. Eram sistemas que o uso foi criando aqui e ali, arbitrariamente. Mas o Sistema Métrico Decimal não abrange todas as medições do mundo Algumas ainda são feitas pelos sistemas antigos, como, por exemplo, a medição tempo. - Medir o tempo eu sei - disse a menina. São os dias, os anos, as horas. - Perfeitamente. Temos o Século com 100 anos. Temos o Lustro, com 5 anos. Temos o Ano com 12 meses. Temos com 30 ou 31 dias. - Fevereiro tem 28 ou 29 - lembrou Pedrinho. - Temos o Dia com 24 horas. Temos Hora com 60 minutos. Temos o minuto com 60 segundos. Depois temos as medidas do valor do dinheiro, que são as moedas, e que variam em cada país. Todos os povos possuem a sua medida especial do dinheiro, que em alguns é bem complicada. Na Inglaterra é a Libra Esterlina, que vale 20 Shillings. O Shilling vale 12 Pence. O Penny vale 4 Fasthings. - Que história de Pence e Penny é essa? Quis saber Pedrinho. É Pence ou Penny, afinal de contas? - Penny é singular e Pence é o plural. Temos de dizer 1 penny, e 2 pence. O sinal da Libra Esterlina é £. O sinal de Shilling é s, e o sinal do Penny é d. Por que é d? Coisa antiga. Havia antigamente o Denário, e o d do Denário ficou apesar de ele ter cedido seu lugar ao Penny. Os ingleses são muito conservadores. - E que outras moedas há? - Em muitos países as moedas seguem o Sistema decimal, como nos Estados Unidos, que a unidade é o Dólar. Um dólar divide-se em 100 Centavos. Na França a unidade é o Franco, que se Divide em 100 Cêntimos. Na Alemanha é o Marco, que se divide em 100 Pfennings. Na Itália é a Lira, que se divide em 100 Centésimos. Em Portugal é o Escudo, que também se divide em 100 Centavos. Na Argentina, em Cuba, no Uruguai, no México e no Paraguai é o Peso. A Áustria é o Shilling. Na Bolívia é o Boliviano. No Equador é o Sucre. Na China é o Tael. Na Grécia é o Dracma. Na Índia é a Rúpia. No Japão é o Iene. Na rússia é o Rublo. Na Espanha é a Peseta. Na Suécia é a Krona ou Coroa. Na Turquia á a Piastra. Não há nada que varie tanto como a moeda. A lição foi interrompida pela chegada do correio com uma porção de livros encomendados por dona Benta. Entre eles vieram os de Malbatahan, um misterioso califa Árabe, que conta lindos apólogos do Oriente, e faz as maiores piruetas possíveis,com os números.dona Benta passou a noite a ler um deles,chamado,O HOMEM QUE CALCULAVA,e no dia seguinte ao almoço,disse: -Parece incrível que este Árabe saiba tantas coisas interessantes a respeito dos números! -Estive lendo-o, ate as 4 da madrugada, e estou tonta. O tal homem que calculava só não calculou uma coisa: que com suas histórias ia fazer uma pobre velha perder o sono, e passar a noite em claro. Livros muito bons são um perigo: estragam os olhos das criaturas.
A FÁBULA DA RÃ E DO ESCORPIÃO E A REFORMA TRIBUTÁRIA Prof. Jacir J. Venturi “Só não podemos escapar da morte e dos impostos. E só a primeira não dá para piorar”. (Walt Rostow, consultor norte-americano) O fogo crepitava feroz e avassalador. Na margem do largo rio, que permeava a floresta, encontram-se dois inimigos figadais: a rã e o escorpião. Lépida e faceira, a rã prepara-se para o salto nas águas salvadoras. O escorpião – que não sabe nadar – aterroriza-se ante a morte certa, ou estorricado pelas chamas ou impiedosamente tragado pelas águas revoltas. Arguto, e num esforço derradeiro, implora o escorpião: — Bela rã, leva-me nas tuas costas na travessia do rio! — Não confio em ti! Teu ferrão é inclemente e mortal, responde a rã. — Jamais tamanha ingratidão. Ademais, se eu te picar, morte certa para nós dois. — É verdade, pensou candidamente o bondoso batráquio. Então suba! E lá se foram, irmanados e felizes. No entanto, no meio da travessia, a rã é atingida no dorso por uma impiedosa ferroada. Entremeando dor e revolta, trava o derradeiro diálogo: — Quanta maldade! – exclama a rã, contorcendo-se. Não vês que morreremos os dois?! - Sim, responde o escorpião, mas esta é a minha natureza! A natureza dos governantes – não importa o espectro ideológico – é o ímpeto arrecadatório. A carga de impostos, taxas e contribuições, nos últimos dez anos, saltou de 26% para 36,45% do PIB. Estudiosos da matéria já fizeram as contas: irá a 41% se vingar o atual texto da Reforma Tributária. Esse índice sobe para 56% quando se somam à carga tributária as despesas adicionais provocadas pela ineficiência do Estado em educação, saúde, previdência e segurança. Em educação, por exemplo, a maioria dos países não aplicam qualquer imposto sobre a escola privada, pois inteligentemente entendem que o aluno está desonerando o Estado dessa obrigação. No Brasil, o pai é duplamente penalizado: um terço do que deixa na tesouraria da escola não-filantrópica vai para o governo. Em vez de pagar R$450,00 de mensalidade, poderia estar desembolsando R$300,00 com a mesma qualidade de ensino. Mas, voltemos à nossa fábula: convincente e bom-de-bico, tal qual o escorpião, o político repete a velha melopéia: “Com a Reforma Tributária, estamos promovendo maior justiça fiscal e social.” Cândida tal qual a rã, a população resigna-se diante dos nobres argumentos e suporta estoicamente sobre os seus ombros um Estado que lhe abocanha quatro meses e meio de trabalho por ano. No entanto, ante o fisco voraz, pessoas e empresas não apenas se conformam. Elas também se vingam com mais sonegação, elisão, pirataria, informalidade, corrupção, contrabando, calote (21 milhões de brasileiros estão inadimplentes). Condenável sim, mas esta é a natureza humana. A história ensina que tributos exacerbados e baixo retorno social formam uma mistura explosiva, pois não apenas comprometem o setor produtivo, mas também promovem o esgarçamento do tecido moral e ético. Jacir J. Venturi, diretor de escola, professor da UFPR por 25 anos, da PUC-PR por 11 anos. Cidadão Honorário de Curitiba. Autor dos livros Álgebra Vetorial e Geometria Analítica e Cônicas e Quádricas.

domingo, 16 de junho de 2013


PLANO DE AULA  -   GRUPO 5



 

 
 
 
 Disciplina: Matemática

 Conteúdo : Números Racionais

Turma: 9° ano do Ensino Fundamental

Tempo pedagógico previsto: 06 horas/aula

Tema da aula: Números racionais

 

Justificativa

A partir do quadro das competências (observar, realizar e compreender) e habilidades (H01, H02, H03, H10, H15 e H16), detectou-se a necessidade e a importância de traçar um plano de aula a partir do conteúdo “Números racionais”, bem como o seu mapeamento de percurso, identificando os conteúdos e/ou temas envolvidos com o presente assunto.

De acordo com o PCN, o ensino da Matemática nos 6os e 7os anos do ensino fundamental, deve levar o aluno a ampliar e construir novos significados para os números a partir de sua utilização no contexto social e da análise de alguns problemas históricos que motivaram sua construção. Já nos 8os e 9os anos, deve ampliar e consolidar os significados dos números racionais a partir dos diferentes usos em contextos sociais e matemáticos. Assim, acredito que esse plano de aula, bem como o seu mapeamento de percurso, são de grande valia para a  o aperfeiçoamento desse conteúdo, permitindo ao educando consolidá-lo e relacioná-lo com o seu cotidiano.

 
Objetivo Geral

Levar os alunos a desenvolver sua competência leitora e escritora ,possibilitando à reflexão, discussão e compreensão da característica dos números racionais e da sua importância no seu cotidiano, através de diferentes atividades em que estejam presentes variados contextos e nos quais surjam a necessidade da utilização dos números racionais.

 Conteúdos

Representação de números racionais: Exatos e Dízimas Periódicas;

Operações com racionais – adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação;

Frações: equivalentes, relação entre fração e decimais, novos significados para fração;

Porcentagem.

 
Habilidades e competências

Representar um número na forma decimal;

Compreender a estrutura do sistema de numeração decimal;

Representar um número decimal a partir da sua nomeação em língua materna;

Compreender a equivalência entre as casas decimais e efetuar transformações: décimos em centésimos; unidades de milésimos, etc;

Reconhecer a correspondência entre a notação decimal e as frações decimais;

Transformar um número decimal em uma fração decimal e em ou representação por porcentagem;

Realizar as operações de adição e subtração com números decimais;

Estabelecer relação entre conceitos e linguagens: frações/decimais/porcentagem;

Saber identificar e reconhecer informações numéricas envolvendo frações e decimais em contextos diversificados;

Calcular porcentagens a partir da razão entre partes e o todo de uma situação-problema;

Organizar um conjunto de elementos em classes de equivalência, a partir de uma propriedade dada;

Comparar distintos significados da ideia de fração, compreendendo suas semelhanças e diferenças;

Compreender o conjunto dos números racionais reconhecendo cada numero racional como um representante de uma classe de frações equivalentes;

Compreender o campo dos números racionais como composto por números cuja representação decimal pode ser finita ou infinita e periódica;

Reconhecer as condições que fazem com que uma razão entre inteiros expresse uma dizima periódica;

Prever o tipo de representação decimal de uma fração irredutível a partir de analises e estratégias de fatoração do seu denominador;

Compreender a utilidade das potencias, bem como as raízes, na representação de números decimais;

Operar as propriedades da potenciação e radiciação;

Reconhecer a potenciação e radiciação em situações contextualizadas.

 
Estratégias

Utilização do soroban para explorar a representação de um número decimal e facilitar a compreensão do valor posicional de cada algarismo;

Uso da linguagem mista (materna e matemática) para dar significado a representação e as operações com números decimais;

Uso de malhas quadriculadas e de figuras;
Uso da reta numérica na representação dos números reais;

Exploração, resolução e discussão de situações-problemas envolvendo os diferentes tipos de razão;

Identificar propriedades comuns entre objetos ou números;

Construir classes de equivalência;

Analise de dados;

 
Metodologia

As aulas serão desenvolvidas através de situações – problemas do cotidiano do aluno e, a partir das mesmas, serão ministradas aulas teóricas, explicativas, expositivas e dentre outras;

Apresentação de um Slide falando da importância de estudar os números racionais;

Leitura de textos para introduzir os conceitos de alguns conteúdos. Textos retirados do próprio livro didático do aluno, como também de outros livros que trazem informações sobre o assunto em estudo;texto:Emília e as frações.

Propor algumas situações problemas do cotidiano que os alunos utilizam números decimais para que os mesmos possam responder oralmente;

Correção colaborativa das atividades;

 
Recursos didáticos

Textos impressos e on line ( internet), projetor de slides, notebook, vídeo, software (jogos educacionais sobre os números racionais); soroban;;computadores,livros didáticos,paradidáticos,jornais,revistas,réguas; transferidores,compasso,

 
Avaliação

Neste processo os alunos serão avaliados, de forma contínua, quanto ao desempenho nas atividades, aos conteúdos desenvolvidos, as habilidades proposta a ser alcançada, a metodologia utilizada e a aprendizagem dos alunos quanto à compreensão e construção dos conceitos, procedimentos e atitudes, mostrando assim as habilidades e competências que conseguiram desenvolver ao longo da aprendizagem da matemática.

Será avaliada também a participação dos alunos durante a explanação do assunto proposto, nos exercícios resolvidos em sala de aula e extraclasse; nos trabalhos confeccionados para serem apresentados em sala de aula.

 

 

 

 

 

 

 

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: DIA NACIONAL DA MATEMÁTICA – 06 de maio O objetivo é: Divulgar a Matemática como área de conhecimento; sua história; suas aplicaçõe...

sexta-feira, 14 de junho de 2013



Texto: Emília e as Frações



Dona Benta  levantou-se para atender alguém que vinha procura-la.
__Que é que você quer rapaz?
__É que vim trazer para mercê um presente que o coronel mandou. São duas melancias.
__ Traga-as aqui! Disse dona Benta, Mas Narizinho e Pedrinho já haviam corrido na frente e vinham voltando com as duas melancias.
__Faca tia Anastácia! Gritou Emília. Faca bem amolada e uma bandeja, depressa.
__Quer que parta  Sinhá? – perguntou.
Dona Benta respondeu que sim, e com muita habilidade tia Anastácia picou a melancia em 8 fatias.
__Ótimo! Esta melancia veio mesmo ilustrar o que eu ia dizer: Ela era um inteiro, tia Anastácia picou em pedaços ou frações.
__Se o pedaço de melancia é fração, vivam as frações! Gritou Pedrinho.
__ Pois fique sabendo que é! Disse o visconde. Uma melancia inteira é uma unidade. Um pedaço de melancia é uma fração dessa unidade. Se a unidade ou a melancia for partida em dois pedaços IGUAIS, esse dois pedaços formam duas frações – DOIS MEIOS.
AGORA É COM VOCÊ!


1) A Melancia em frações.

a) Em quantos pedaços foram divididos a melancia?_____________________
b) Que fração representa os pedaços divididos?_________________________
c) Se Anastácia tivesse partido as 2 melancias, quantos pedaços seriam?______
d) Uma melancia inteira é um __________________________
e)Represente a melancia partida em dois pedaços iguais.


 

 

f) Juntando estes dois pedaços, forma-se o __________________




2)Chocolate em Pedaços

Mateus, Lucas e Pedro compraram barras de chocolate.
Mateus dividiu seu chocolate em nove partes.
Lucas dividiu o seu em seis e Pedro dividiu o dele em três partes.
Cada um comeu uma parte do seu chocolate.
Represente, colorindo nas barras o que as crianças comeram

 

 

 

 

 

a) Quem comeu o pedaço maior?___________________
b) E o pedaço menor?___________________________
c) Quanto falta para Lucas comer a metade da barra de chocolate?______
d) Quanto falta para Pedro comer a barras inteira?___________________

 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Em homenagem aos Dia dos Namorados que está chegando...

 A Matemática e o amor
 
Não vou dizer que amo
Também não vou dizer que não
A equação resolve tudo
Menos coisas do coração
Sentimento não se mede
Tamanho, nem área dá pra calcular
Mesmo sendo maior que o mundo
Um pequeno coração pode guardar
O amor é infinito
Mesmo quando a chance tende a zero
Para o sonho não há limite
Quando o coração é sincero
Na areia escrevi teu nome
E vi a onda sinuosa o apagar
Agora temos um segredo
Eu, você... areia e mar
Não espero que digas sim
Não, também não precisa dizer
Quero apenas lembrar teus olhos e
Palavras bonitas lhe escrever
Brincar com números é bom
Há sempre um limite a vencer
Para as palavras há limites
Que vou saber obedecer
Sei que não mais estaremos juntos
Apenas andaremos lado a lado
Que te lembres sempre com carinho
Deste teu fã apaixonado

José L. Bonfim

Olá amigos da matemática! Sou a Perceli e trabalho na EE Antonio Duarte, em Jacupiranga. Ao contrário dos meus colegas, não me recordo da cartilha a qual fui alfabetizada. O período mais marcante para mim com a leitura foi entre os 9 e os 13 anos em que ficava todas as tardes na biblioteca municipal lendo, pois não tinha idade para emprestar os livros e lê-los em casa. Daí em diante, não parei mais. Quando comecei a trabalhar, fui comprando livros de títulos variados. Hoje tenho muitos em casa, dá para comparar com a antiga biblioteca (rsrs) mas agora me falta tempo para ler o que gosto. Dentre os livros, houve alguns de matemática que marcaram e que eu sugestiono para vocês. São eles: O Teorema do Papagaio, O Homem que Calculava, O Diabo dos Números, O game da matemática,enfim, há outros, mas por ora indico esses.
Essas leitura me ajudaram a complementar meu trabalho em sala de aula e hoje, acredito que sou uma professora que tenho muito mais a contribuir do que no passado. E aí colegas, quais livros vocês me sugerem? Abçs

sábado, 8 de junho de 2013

Uma mente brilhante

Uma mente brilhante é um filme que conta a história do matemático norte-americano Jonh Forbes Nash Jr,nascido em 1928 e morto em 2012.
Nash trabalhou na Teoria dos Jogos, na Geometria Diferencial e na Equação de Derivadas Parciais  na Universidade Princeton, em 1994 recebeu  o prêmio Nobel de Economia pelo seu trabalho na Teoria dos Jogos.
O filme mostra a luta do brilhante matemático contra a esquizofrenia , doença que Nash teve ainda quando era estudante, o que torna a trajetória desse brilhante homem, ainda mais emocionante.
Os colegas professores podem até trabalhar esse filme com seus alunos do Ensino Médio.

Link para assistir ao filme no youtube

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Aula De Matemática

Pra que dividir sem raciocinar
Na vida é sempre bom multiplicar
E por A mais B
Eu quero demonstrar
Que gosto imensamente de você

Por uma fração infinitesimal,
Você criou um caso de cálculo integral
E para resolver este problema
Eu tenho um teorema banal

Quando dois meios se encontram desaparece a fração
E se achamos a unidade
Está resolvida a questão

Pra finalizar, vamos recordar
Que menos por menos dá mais amor
Se vão as paralelas
Ao infinito se encontrar
Por que demoram tanto os corações a se integrar?
Se infinitamente, incomensuravelmente,
Eu estou perdidamente apaixonado por você
Tom JobimX


          
                                                    Matemática  x Sustentabilidade

quarta-feira, 5 de junho de 2013

                                                       Atividades com jogos - 6ºano
Maquete  da  EE.PROF.JOAQUIM GOULART , realizada pelos alunos ,com o professor Rondon e colaboração dos demais professores .

Depoimento

Boa tarde,também sou integrante do grupo Five, meu nome é Maria Andreia Ramponi, sou professora de matemática na E.E. Profº Estephano O. Paulovski, Pariquera-Açu. Segue meu depoimento participativo no fórum sobre experiências com leitura e escrita.
Ingressei na escola em 1981 e, como muitos dessa época, meu primeiro livro foi a cartilha "Caminho Suave". Como era gostoso ouvir a professora Cilene nos guiar pelo mundo das letras. A série Vaga-lume também faz parte das minhas lembranças, como não se emocionar com "Zezinho, o dono da porquinha preta". Sempre gostei de ler e não tenho um gênero específico.   Entre minhas lembranças, minha maior emoção foi, no meio de toda algazarra, na minha turma de pré (1996), ouvir meu aluno Guilherme, fazer sua primeira leitura. Pedi que todos se acalmassem e ouvissem o colega, foi inesquecível  . Hoje, vejo em  meu filho (9 anos) um reflexo do meu "gostar de ler", pois um dos passatempos preferidos dele é a leitura, o que me enche de orgulho.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Nativos x Imigrantes Digitais

Usamos o termo “Nativos Digitais” para definir a geração que já nasceu cercada pela tecnologia, já conhecida como Geração N (NET). Computadores, celulares, videogames, webcams... fazem parte do cotidiano dessa geração, passando do status de ferramentas para o status de linguagem comum e falada fluentemente por essa geração.
Já o termo “Imigrantes Digitais” é utilizado para definir as gerações anteriores, que viram essas tecnologias se desenvolverem, se solidificarem e se incluírem (as vezes contra vontade) em seu cotidiano.
Aonde chegamos com essas definições? A princípio, devemos perceber o fato de que, em geral, pais Imigrantes têm filhos Nativos. Mais do que a diferença de geração, existe uma diferença de linguagem.
Os imigrantes, por mais que se interem dessa nova linguagem, sempre manterão seu “sotaque”. Por quantas vezes você se pega imprimindo um documento para ler e realizar as alterações desejadas ao invés de ler na tela do computador, editando instantaneamente aquilo que precisa ser alterado ou reescrito? Quantas vezes ligou para alguém para perguntar se essa pessoa recebeu seu e-mail? Essas diferenças ocasionadas pelas novas tecnologias se evidenciam principalmente no ambiente escolar, onde professores Imigrantes tentam ensinar o currículo básico aos Nativos usando a mesma linguagem com a qual foram ensinados, tarefa que obtém sucesso ocasionalmente e a duras penas.

Apresentação

Olá a todos, somos o five narramaticando, fazemos parte de um grupo que se conheceu no curso "melhor gestão, melhor ensino", um curso parcialmente online para professores, desenvolvido pelo Governo do Estado de São Paulo. Esse blog é inicialmente parte de nossas atividades, mas queremos continuar a aumenta-lo, apresentando tanto curiosidades sobre matemática, quanto muitas vezes até ajuda a estudantes ou professores, sobre esse mesmo assunto, e principalmente, incentivar e fomentar a leitura sobre textos matemáticos.
Espero que você esteja conosco nessa jornada, desde já agradecemos sua presença no blog, e boa leitura.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Olá pessoal sou Maria Genovêz Komine ,professora de matemática ,efetiva na EE Professor Joaquim Goulart,atualmeste estou como Vice Diretora da Escola da Família e  de acordo com a proposta do Curso Melhor Gestão Melhor Ensino vou relatar as minhas primeiras experiências com a leitura e escrita ,que não foram muito prazerosas, pois lembro-me que a professora ,anotava a página da cartilha Caminho Suave,(que cá entre nós de suave não tinha nada)e tínhamos que copiá-las "trocentas"vezes até que ela voltasse da cozinha onde tinha ido fazer a merenda e tínhamos que copiar por vários dias até decorar aquela lição.A sala era multisseriada mas ninguém podia conversar,nem entre irmãos O que marcou definitivamente a minha vida foi que,embora ja tivesse aprendido a ler, reprovei, pois fiquei três dias na lição do x e isso era inadmissível, e o pior, no ano seguinte  tive que começar tudo de novo desde a primeira página da querida cartilha que lá estava novinha.Mas não condeno a educação tradicional (bancária)pois aprendi a ler , a interpretar,a calcular antes dos oito anos e hoje tem um grande percentual de crianças chegando ao sexto ano,com quase sete anos de escolaridade(incluindo a pré escola),sem saber ler e escrever.Oque aconteceu com a qualidade de ensino?Melhorou ??Será?Buscamos respostas.....tentamos metodologias novas......buscamos superar algumas concepções sobre alfabetização,como a de que ler é simplesmente decodificar,converter letras em som ,sendo a compreensão consequencia natural dessa ação.Deduzimos que por conta dessa concepção equivocada a escola hoje produz analfabetos funcionais(decodificam letras,palavras, mas não compreendem o que tentam ler.Mas o que fazer??Como fazer? Creio que estamos no caminho certo,buscando soluçoes através de cursos ,capacitações,trocas de conhecimentos.
 
 

Experiencia com leitura

Boa tarde a todos, meu nome é Marcos Antonio, professor de matemática na escola Vereador José Vicente Bertoli, como solicitado no curso, vou relatar aqui minhas experiencias , mesmo que poucas, com leitura.
Infelizmente, meu inicio com a leitura não foi tão marcante, nem tive livros que me cativaram, mas minha adolescência foi marcada pelas famosas HQs e programas de TVs como os da Rede Cultura.
 Como sempre fui muito agitado, nunca tive paciência de parar e ler um livro com muitas paginas, mas sempre me via lendo textos curtos, como as HQs, folhetos informativos pendurados em qualquer lugar. A TV fazia o papel que os livros deveriam ter feito: eu adorava programas de cultura e curiosidades, desde pequeno, gostava de saber um pouco de tudo e, principalmente gostava de ver e/ou tocar, algo que explica o porquê de eu não ter apresentado afinidade com livros.
Mesmo hoje não consigo estudar com livros de papel, admito, prefiro os textos em pdf, para ler no computador mesmo, já que é a forma que encontrei de acabar lendo, usando a internet.
Mas como foi dito no portal, o importante não é onde lemos, mas sim praticar esse habito saudável.
  "Jamais considere seus estudos como uma obrigação, mas como uma oportunidade invejável para aprender a conhecer a influência libertadora da beleza do reino do espírito, para seu próprio prazer pessoal e para proveito da comunidade à qual seu futuro trabalho pertencer."
                       Malba Tahan é brasileiro
 
        O escritor árabe Malba Tahan nasceu em 1885 na aldeia de Muzalit, Península Arábica, perto da cidade de Meca, um dos lugares santos da religião muçulmana, o islamismo. A convite do emir Abd el-Azziz ben Ibrahim, assumiu o cargo de prefeito, da cidade árabe de El-Medina. Estudou no Cairo e em Constantinopla. Aos 27 anos, recebeu grande herança do pai e iniciou uma longa viagem pelo Japão, Rússia e Índia. Morreu em 1921, lutando pela libertação de uma tribo na Arábia Central.
       Na verdade, esse personagem das areias do deserto nunca existiu.Malba Tahan,  tratava-se apenas do nome de fantasia, o pseudônimo, sob o qual assinava suas obras o genial professor, educador, pedagogo, escritor e conferencista brasileiro Júlio César de Mello e Souza. Na vida real, Júlio nunca foi a  um deserto. Nasceu no Rio de Janeiro, em 6 de maio de 1895,produziu 69 contos e 56 livros de matemática.
      Quando tinha 23 anos, e era colaborador do jornal carioca O lmparcial, entregou a um editor cinco contos que escrevera,como os mesmos não foram publicado, Júlio César pegou os contos de volta. No dia seguinte, levou os mesmos contos, mas com outra autoria. Em vez de J.C. de Mello e Souza, assinava R.S. Slade, um fictício escritor americano. Entregou os contos novamente ao editor, dizendo que acabara de traduzi-los e que faziam grande sucesso em Nova York. O primeiro deles, A Vingança do Judeu, foi publicado já no dia seguinte ,  na primeira página. Os outros quatro tiveram o mesmo destaque.
      Jùlio César decidiu que iria virar Malba Tahan (Malba é um oásis e Tahan, o sobrenome de uma aluna, Maria Zechsuk Tahan)