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quinta-feira, 11 de julho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
O Sítio do Pica-Pau Amarelo
Quem pelo menos uma vez na vida não assistiu o sítio do pica pau amarelo, eu assisti. Pois esta história que vou postar hoje se passou no mundo do Pedrinho e da Narizinho.
O texto abaixo faz parte do livro Aritmética da Emília, do grande escritor brasileiro Monteiro Lobato.
Os personagens do livro são Emília, Pedrinho, Narizinho, Dona Benta e o Visconde de Sabugosa.
Bom, vamos à história do livro.
No outro dia o Visconde falou em números complexos.
- O Que quer dizer complexo? - Indagou Pedrinho logo de começo.
- Quer dizer complicado. No sistema de medições decimais que ensinei tudo é facílimo, porque tudo se divide de dez em dez, mas nos antigos sistemas não era assim de modo que a complicação se tornava enorme. Uma onça, por exemplo, tinha 8 oitavas; uma Libra tinha 16 onças; uma arroba tinha 32 Libras, e assim por diante. Eram sistemas que o uso foi criando aqui e ali, arbitrariamente.
Mas o Sistema Métrico Decimal não abrange todas as medições do mundo
Algumas ainda são feitas pelos sistemas antigos, como, por exemplo, a medição tempo.
- Medir o tempo eu sei - disse a menina. São os dias, os anos, as horas.
- Perfeitamente. Temos o Século com 100 anos. Temos o Lustro, com 5 anos.
Temos o Ano com 12 meses. Temos com 30 ou 31 dias.
- Fevereiro tem 28 ou 29 - lembrou Pedrinho.
- Temos o Dia com 24 horas. Temos Hora com 60 minutos. Temos o minuto com 60 segundos.
Depois temos as medidas do valor do dinheiro, que são as moedas, e que variam em cada país. Todos os povos possuem a sua medida especial do dinheiro, que em alguns é bem complicada. Na Inglaterra é a Libra Esterlina, que vale 20 Shillings. O Shilling vale 12 Pence. O Penny vale 4 Fasthings.
- Que história de Pence e Penny é essa? Quis saber Pedrinho. É Pence ou Penny, afinal de contas?
- Penny é singular e Pence é o plural. Temos de dizer 1 penny, e 2 pence. O sinal da Libra Esterlina é £. O sinal de Shilling é s, e o sinal do Penny é d.
Por que é d?
Coisa antiga. Havia antigamente o Denário, e o d do Denário ficou apesar de ele ter cedido seu lugar ao Penny. Os ingleses são muito conservadores.
- E que outras moedas há?
- Em muitos países as moedas seguem o Sistema decimal, como nos Estados Unidos, que a unidade é o Dólar. Um dólar divide-se em 100 Centavos.
Na França a unidade é o Franco, que se Divide em 100 Cêntimos.
Na Alemanha é o Marco, que se divide em 100 Pfennings.
Na Itália é a Lira, que se divide em 100 Centésimos. Em Portugal é o Escudo, que também se divide em 100 Centavos.
Na Argentina, em Cuba, no Uruguai, no México e no Paraguai é o Peso. A Áustria é o Shilling. Na Bolívia é o Boliviano. No Equador é o Sucre. Na China é o Tael. Na Grécia é o Dracma. Na Índia é a Rúpia. No Japão é o Iene. Na rússia é o Rublo. Na Espanha é a Peseta.
Na Suécia é a Krona ou Coroa. Na Turquia á a Piastra. Não há nada que varie tanto como a moeda.
A lição foi interrompida pela chegada do correio com uma porção de livros encomendados por dona Benta. Entre eles vieram os de Malbatahan, um misterioso califa Árabe, que conta lindos apólogos do Oriente, e faz as maiores piruetas possíveis,com os números.dona Benta passou a noite a ler um deles,chamado,O HOMEM QUE CALCULAVA,e no dia seguinte ao almoço,disse:
-Parece incrível que este Árabe saiba tantas coisas interessantes a respeito dos números!
-Estive lendo-o, ate as 4 da madrugada, e estou tonta. O tal homem que calculava só não calculou uma coisa: que com suas histórias ia fazer uma pobre velha perder o sono, e passar a noite em claro. Livros muito bons são um perigo: estragam os olhos das criaturas.
A FÁBULA DA RÃ E DO ESCORPIÃO E A REFORMA TRIBUTÁRIA
Prof. Jacir J. Venturi
“Só não podemos escapar da morte e dos impostos. E só a primeira não dá para piorar”.
(Walt Rostow, consultor norte-americano)
O fogo crepitava feroz e avassalador. Na margem do largo rio, que
permeava a floresta, encontram-se dois inimigos figadais: a rã e o escorpião.
Lépida e faceira, a rã prepara-se para o salto nas águas salvadoras. O
escorpião – que não sabe nadar – aterroriza-se ante a morte certa, ou estorricado
pelas chamas ou impiedosamente tragado pelas águas revoltas.
Arguto, e num esforço derradeiro, implora o escorpião:
— Bela rã, leva-me nas tuas costas na travessia do rio!
— Não confio em ti! Teu ferrão é inclemente e mortal, responde a rã.
— Jamais tamanha ingratidão. Ademais, se eu te picar, morte certa para
nós dois.
— É verdade, pensou candidamente o bondoso batráquio. Então suba!
E lá se foram, irmanados e felizes. No entanto, no meio da travessia, a rã é
atingida no dorso por uma impiedosa ferroada. Entremeando dor e revolta, trava o
derradeiro diálogo:
— Quanta maldade! – exclama a rã, contorcendo-se. Não vês que
morreremos os dois?!
- Sim, responde o escorpião, mas esta é a minha natureza!
A natureza dos governantes – não importa o espectro ideológico – é o
ímpeto arrecadatório. A carga de impostos, taxas e contribuições, nos últimos dez
anos, saltou de 26% para 36,45% do PIB. Estudiosos da matéria já fizeram as
contas: irá a 41% se vingar o atual texto da Reforma Tributária.
Esse índice sobe para 56% quando se somam à carga tributária as despesas
adicionais provocadas pela ineficiência do Estado em educação, saúde, previdência
e segurança. Em educação, por exemplo, a maioria dos países não aplicam
qualquer imposto sobre a escola privada, pois inteligentemente entendem que o
aluno está desonerando o Estado dessa obrigação. No Brasil, o pai é duplamente
penalizado: um terço do que deixa na tesouraria da escola não-filantrópica vai
para o governo.
Em vez de pagar R$450,00 de mensalidade, poderia estar
desembolsando R$300,00 com a mesma qualidade de ensino.
Mas, voltemos à nossa fábula: convincente e bom-de-bico, tal qual o
escorpião, o político repete a velha melopéia: “Com a Reforma Tributária, estamos
promovendo maior justiça fiscal e social.”
Cândida tal qual a rã, a população resigna-se diante dos nobres argumentos
e suporta estoicamente sobre os seus ombros um Estado que lhe abocanha quatro
meses e meio de trabalho por ano.
No entanto, ante o fisco voraz, pessoas e empresas não apenas se
conformam. Elas também se vingam com mais sonegação, elisão, pirataria,
informalidade, corrupção, contrabando, calote (21 milhões de brasileiros estão
inadimplentes). Condenável sim, mas esta é a natureza humana.
A história ensina que tributos exacerbados e baixo retorno social formam
uma mistura explosiva, pois não apenas comprometem o setor produtivo, mas
também promovem o esgarçamento do tecido moral e ético.
Jacir J. Venturi, diretor de escola, professor da UFPR
por 25 anos, da PUC-PR por 11 anos. Cidadão Honorário de Curitiba. Autor
dos livros Álgebra Vetorial e Geometria Analítica e Cônicas e
Quádricas.
domingo, 16 de junho de 2013
PLANO
DE AULA - GRUPO 5
Conteúdo : Números Racionais
Turma: 9° ano do Ensino Fundamental
Tempo pedagógico previsto:
06 horas/aula
Tema da aula: Números
racionais
Justificativa
A partir do quadro das competências (observar,
realizar e compreender) e habilidades (H01, H02, H03, H10, H15 e H16),
detectou-se a necessidade e a importância de traçar um plano de aula a partir
do conteúdo “Números racionais”, bem como o seu mapeamento de percurso,
identificando os conteúdos e/ou temas envolvidos com o presente assunto.
De acordo com o PCN, o ensino da Matemática nos 6os
e 7os anos do ensino fundamental, deve levar o aluno a ampliar e
construir novos significados para os números a partir de sua utilização no
contexto social e da análise de alguns problemas históricos que motivaram sua
construção. Já nos 8os e 9os anos, deve ampliar e consolidar
os significados dos números racionais a partir dos diferentes usos em contextos
sociais e matemáticos. Assim, acredito que esse plano de aula, bem como o seu
mapeamento de percurso, são de grande valia para a o aperfeiçoamento desse conteúdo, permitindo
ao educando consolidá-lo e relacioná-lo com o seu cotidiano.
Levar os alunos a
desenvolver sua competência leitora e escritora ,possibilitando à reflexão,
discussão e compreensão da característica dos números racionais e da sua
importância no seu cotidiano, através de diferentes atividades em que estejam
presentes variados contextos e nos quais surjam a necessidade da utilização dos
números racionais.
Representação
de números racionais: Exatos e Dízimas Periódicas;
Operações
com racionais – adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e
radiciação;
Frações:
equivalentes, relação entre fração e decimais, novos significados para fração;
Porcentagem.
Representar
um número na forma decimal;
Compreender
a estrutura do sistema de numeração decimal;
Representar
um número decimal a partir da sua nomeação em língua materna;
Compreender
a equivalência entre as casas decimais e efetuar transformações: décimos em
centésimos; unidades de milésimos, etc;
Reconhecer
a correspondência entre a notação decimal e as frações decimais;
Transformar
um número decimal em uma fração decimal e em ou representação por porcentagem;
Realizar
as operações de adição e subtração com números decimais;
Estabelecer
relação entre conceitos e linguagens: frações/decimais/porcentagem;
Saber
identificar e reconhecer informações numéricas envolvendo frações e decimais em
contextos diversificados;
Calcular
porcentagens a partir da razão entre partes e o todo de uma situação-problema;
Organizar
um conjunto de elementos em classes de equivalência, a partir de uma
propriedade dada;
Comparar
distintos significados da ideia de fração, compreendendo suas semelhanças e
diferenças;
Compreender
o conjunto dos números racionais reconhecendo cada numero racional como um
representante de uma classe de frações equivalentes;
Compreender
o campo dos números racionais como composto por números cuja representação
decimal pode ser finita ou infinita e periódica;
Reconhecer
as condições que fazem com que uma razão entre inteiros expresse uma dizima
periódica;
Prever o
tipo de representação decimal de uma fração irredutível a partir de analises e
estratégias de fatoração do seu denominador;
Compreender
a utilidade das potencias, bem como as raízes, na representação de números
decimais;
Operar as
propriedades da potenciação e radiciação;
Reconhecer
a potenciação e radiciação em situações contextualizadas.
Utilização
do soroban para explorar a representação de um número decimal e facilitar a
compreensão do valor posicional de cada algarismo;
Uso da
linguagem mista (materna e matemática) para dar significado a representação e
as operações com números decimais;
Exploração,
resolução e discussão de situações-problemas envolvendo os diferentes tipos de
razão;
Identificar
propriedades comuns entre objetos ou números;
Construir
classes de equivalência;
Analise de
dados;
As aulas serão desenvolvidas através de situações –
problemas do cotidiano do aluno e, a partir das mesmas, serão ministradas aulas
teóricas, explicativas, expositivas e dentre outras;
Apresentação de um Slide falando da importância de
estudar os números racionais;
Leitura de textos para introduzir os conceitos de
alguns conteúdos. Textos retirados do próprio livro didático do aluno, como
também de outros livros que trazem informações sobre o assunto em estudo;texto:Emília
e as frações.
Propor algumas situações problemas do cotidiano que os
alunos utilizam números decimais para que os mesmos possam responder oralmente;
Correção colaborativa das atividades;
Textos impressos e on line ( internet), projetor de
slides, notebook, vídeo, software (jogos educacionais sobre os números
racionais); soroban;;computadores,livros
didáticos,paradidáticos,jornais,revistas,réguas; transferidores,compasso,
Neste processo os alunos serão avaliados, de forma
contínua, quanto ao desempenho nas atividades, aos conteúdos desenvolvidos, as
habilidades proposta a ser alcançada, a metodologia utilizada e a aprendizagem
dos alunos quanto à compreensão e construção dos conceitos, procedimentos e
atitudes, mostrando assim as habilidades e competências que conseguiram
desenvolver ao longo da aprendizagem da matemática.
Será avaliada também a participação dos alunos durante
a explanação do assunto proposto, nos exercícios resolvidos em sala de aula e
extraclasse; nos trabalhos confeccionados para serem apresentados em sala de
aula.
MGME#matemaTIC: DIA NACIONAL DA MATEMÁTICA– 06 de maioO objetivo ...
MGME#matemaTIC: DIA NACIONAL DA MATEMÁTICA– 06 de maio
O objetivo ...: DIA NACIONAL DA MATEMÁTICA – 06 de maio O objetivo é: Divulgar a Matemática como área de conhecimento; sua história; suas aplicaçõe...
O objetivo ...: DIA NACIONAL DA MATEMÁTICA – 06 de maio O objetivo é: Divulgar a Matemática como área de conhecimento; sua história; suas aplicaçõe...
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Dona Benta levantou-se para atender alguém que vinha procura-la.
__Que é que você quer rapaz?
__É que vim trazer para mercê um presente que o coronel mandou. São duas melancias.
__ Traga-as aqui! Disse dona Benta, Mas Narizinho e Pedrinho já haviam corrido na frente e vinham voltando com as duas melancias.
__Faca tia Anastácia! Gritou Emília. Faca bem amolada e uma bandeja, depressa.
__Quer que parta Sinhá? – perguntou.
Dona Benta respondeu que sim, e com muita habilidade tia Anastácia picou a melancia em 8 fatias.
__Ótimo! Esta melancia veio mesmo ilustrar o que eu ia dizer: Ela era um inteiro, tia Anastácia picou em pedaços ou frações.
__Se o pedaço de melancia é fração, vivam as frações! Gritou Pedrinho.
__ Pois fique sabendo que é! Disse o visconde. Uma melancia inteira é uma unidade. Um pedaço de melancia é uma fração dessa unidade. Se a unidade ou a melancia for partida em dois pedaços IGUAIS, esse dois pedaços formam duas frações – DOIS MEIOS.
AGORA É COM VOCÊ!
1) A Melancia em
frações.
a) Em quantos pedaços
foram divididos a melancia?_____________________
b) Que fração representa os pedaços divididos?_________________________
c) Se Anastácia tivesse partido as 2 melancias, quantos pedaços seriam?______
d) Uma melancia inteira é um __________________________
e)Represente a melancia partida em dois pedaços iguais.
b) Que fração representa os pedaços divididos?_________________________
c) Se Anastácia tivesse partido as 2 melancias, quantos pedaços seriam?______
d) Uma melancia inteira é um __________________________
e)Represente a melancia partida em dois pedaços iguais.
f) Juntando estes
dois pedaços, forma-se o __________________
2)Chocolate em Pedaços
Mateus, Lucas e Pedro compraram barras de chocolate.
Mateus dividiu seu chocolate em nove partes.
Lucas dividiu o seu em seis e Pedro dividiu o dele em três partes.
Cada um comeu uma parte do seu chocolate.
Represente, colorindo nas barras o que as crianças comeram
2)Chocolate em Pedaços
Mateus, Lucas e Pedro compraram barras de chocolate.
Mateus dividiu seu chocolate em nove partes.
Lucas dividiu o seu em seis e Pedro dividiu o dele em três partes.
Cada um comeu uma parte do seu chocolate.
Represente, colorindo nas barras o que as crianças comeram
a) Quem comeu o
pedaço maior?___________________
b) E o pedaço menor?___________________________
c) Quanto falta para Lucas comer a metade da barra de chocolate?______
d) Quanto falta para Pedro comer a barras inteira?___________________
b) E o pedaço menor?___________________________
c) Quanto falta para Lucas comer a metade da barra de chocolate?______
d) Quanto falta para Pedro comer a barras inteira?___________________
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Em homenagem aos Dia dos Namorados que está chegando...
| A Matemática e o amor | |
Não vou dizer que amo
Também não vou dizer que não A equação resolve tudo Menos coisas do coração
Sentimento não se mede
Tamanho, nem área dá pra calcular Mesmo sendo maior que o mundo Um pequeno coração pode guardar
O amor é infinito
Mesmo quando a chance tende a zero Para o sonho não há limite Quando o coração é sincero
Na areia escrevi teu nome
E vi a onda sinuosa o apagar Agora temos um segredo Eu, você... areia e mar
Não espero que digas sim
Não, também não precisa dizer Quero apenas lembrar teus olhos e Palavras bonitas lhe escrever
Brincar com números é bom
Há sempre um limite a vencer Para as palavras há limites Que vou saber obedecer
Sei que não mais estaremos juntos
Apenas andaremos lado a lado Que te lembres sempre com carinho Deste teu fã apaixonado José L. Bonfim | |
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